...esquecidas sobre um banco de
jardim, as orquídeas choram
as sonatas que ainda dormem
nas tuas mãos sem acordes...
Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008
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"Não escrever é estar-se dentro da vida sem lá estar - ou estar-se nela mutilado, intruso, estéril", in "O Rio Triste", de Fernando Namora
14 comentários:
sons que estremecem ainda
vivamente
impossível não me lembrar de imediato de al berto, minha querida :) "afinal, a vida é como as orquídeas, reproduz-se com dificuldade" :) não é lindo? um beijinho.
e o piano emite gemidos de uma sonata esquecida num banco de jardim em forma das orquideas que nunca me ofereceram....
beijo para ti Joana
Que melodia... que acordes se soltam das palavras e que sinfonia final! pequeno mas com tanto para dizer!
Lírios brancos para ti, escritora! Beijo!
~pi,
que estremecem... :)
alice,
é lindo, sim senhora... :) obrigada por o trazeres aqui...
Piedade,
Deixaste-me um belo poema... :) Obrigada. Um beijo.
Querida Helena,
:) Obrigada pela visita e pelas palavras.
Meu ratito lindo,
Dás-me um pouco de queijo? lol.. Obrigada pelos lírios. Que belo perfume exalam.... :)
...e quando chegares, mãos abertas...
vão bailar pautas no ar...
Mais oui!!!
Beijo m.e.
amiga minha,
beijo m.e. ;). obrigada por estares sempre perto.
eu tenho uma imagem que ficava tão bem nestas palavras. é engraçado como as tuas palavras me levam a pensar em imagens. costuma acontecer-me o contrário.. um beijo
olá querida laura,
:) e que imagem é? está no teu blogue? um beijo e bom fim de semana.
pode a tristeza ser dita de forma tão bela...
um beijinho, maria,
obrigada pela visita. boa semana.
Agradeço a visita e as lindezas que colocas aqui!
Solitárias orquídeas
no silêncio da música
intocada
intocável.
Um beijo.
Olá rodolfo,
obrigada, pela visita, pelas palavras. Um beijo.
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